A K2M vai oferecer a empresas elegíveis um plano completo de adoção do Microsoft Copilot sem custos. A iniciativa, chamada Copilot in 30, inclui 25 licenças do Copilot Business durante 30 dias, treinamento inicial, uma trilha diária de aprendizagem, suporte, checkpoints semanais, relatórios executivos e a identificação dos casos de uso de maior valor para a organização.
Não se trata de distribuir licenças e esperar que a transformação aconteça.
Durante um mês, a empresa participante será acompanhada em uma jornada estruturada para aplicar a inteligência artificial ao trabalho real. O objetivo é permitir que os usuários aprendam, testem, tirem dúvidas e incorporem novas formas de realizar atividades, enquanto os líderes recebem informações para decidir, com mais evidências, quais iniciativas de IA devem avançar.
Ao final do período, a empresa recebe um relatório de adoção, cinco casos de uso prioritários e um plano inicial para a evolução de sua estrutura agêntica. É uma experiência desenhada para diminuir a distância entre o interesse pela IA e sua aplicação concreta nos processos corporativos.
Por que a K2M está oferecendo um plano de adoção sem custos?
Porque o Copilot in 30 tem relação direta com o propósito da K2M: ajudar empresas a transformar seus negócios com a utilização da inteligência artificial.
A K2M acredita no poder da IA para mudar não apenas a velocidade de execução, mas o próprio modo como as empresas organizam conhecimento, tomam decisões, analisam informações e colaboram. Essa visão parte de uma premissa simples: a transformação não acontece quando uma licença é ativada. Ela acontece quando pessoas começam a trabalhar de um jeito diferente.
A ambição da K2M é ser reconhecida como uma consultoria de negócios e provedora de soluções de inteligência artificial de classe mundial, ajudando clientes a transformar digitalmente seus negócios com IA. Também faz parte de sua estratégia se tornar a maior autoridade em inteligência artificial corporativa do Brasil.
Oferecer uma jornada completa de adoção, portanto, não é apenas uma ação comercial. É uma maneira prática de colocar esse propósito em movimento.
Acreditamos em um novo jeito de trabalhar no qual a inteligência artificial amplia a capacidade humana. Um ambiente em que profissionais gastam menos energia procurando informações, consolidando conteúdos, reescrevendo documentos e executando tarefas repetitivas, e podem dedicar mais tempo à análise, ao relacionamento com clientes, à criatividade, à resolução de problemas e à tomada de decisão.
Mas esse futuro não nasce de uma apresentação sobre IA. Ele precisa ser experimentado na rotina.
O problema não é ter acesso à IA. É transformar acesso em adoção
Parte das empresas já reconhece que a inteligência artificial será relevante para produtividade, eficiência e competitividade. O problema começa na etapa seguinte: como sair do interesse genérico e chegar ao uso recorrente, seguro e conectado a objetivos de negócio?
Em muitas organizações, a adoção começa de forma fragmentada. Alguns profissionais utilizam ferramentas públicas por iniciativa própria. Outros recebem licenças corporativas, mas não sabem exatamente em quais atividades devem aplicá-las. Há ainda equipes que testam alguns comandos, não obtêm bons resultados e concluem, cedo demais, que a tecnologia ainda não está pronta.
Esse cenário cria dois riscos.
O primeiro é o investimento ocioso. A empresa compra tecnologia, mas não desenvolve hábitos de uso, não acompanha barreiras e não conecta a ferramenta aos processos que realmente consomem tempo.
O segundo é a Shadow AI, caracterizada pelo uso de aplicações de inteligência artificial fora de uma orientação corporativa adequada. Segurança, privacidade, conformidade e governança passam a disputar espaço com a pressão das áreas de negócio por mais velocidade.
A estratégia da K2M reconhece justamente esse contexto. O chamado “pós-hype” do Copilot inclui empresas que adquiriram licenças, mas ainda não encontraram uma forma consistente de utilizá-las. O desafio deixa de ser simplesmente disponibilizar a ferramenta e passa a ser construir adoção estratégica, com foco em pessoas, processos e governança.
O que é o Copilot in 30?
O Copilot in 30 é uma jornada orientada de 30 dias para 25 usuários de uma empresa. Durante esse período, a K2M combina licenciamento, treinamento, acompanhamento e análise para ajudar a organização a identificar onde o Copilot pode gerar valor.
A oferta contempla:
- 25 licenças de Copilot Business durante 30 dias;
- Plano de Sucesso com objetivos e critérios de adoção;
- mapeamento dos usuários mais adequados para participar;
- workshop online de abertura;
- trilha diária com 30 lições práticas;
- canal de dúvidas no Microsoft Teams;
- reuniões semanais de 30 minutos com os usuários;
- relatórios ao sponsor nos dias 10 e 20;
- ajustes na estratégia de adoção ao longo da jornada;
- relatório executivo final;
- seleção de cinco casos de uso prioritários;
- plano inicial de estrutura agêntica.
Todos esses componentes fazem parte da iniciativa sem custos para as empresas elegíveis.
A diferença está na combinação. Uma licença permite o acesso. Uma jornada de adoção cria as condições para que esse acesso se torne comportamento, aprendizado e evidência.
Como funcionam os 30 dias de adoção do Copilot?
Dia 0: objetivos, usuários e condições de sucesso
Antes do início, a K2M trabalha com o sponsor, a liderança operacional e a área de TI do cliente para alinhar os objetivos do projeto.
Nessa fase, são definidos os critérios de sucesso, a linha de base, os participantes, as responsabilidades, as agendas e as condições técnicas. Também são preparados os canais de comunicação, os materiais e a estrutura de acompanhamento.
Essa etapa evita um erro frequente em iniciativas de tecnologia: iniciar o treinamento antes de responder o que a empresa pretende melhorar.
Dia 1: ativação e workshop inicial
Com as licenças atribuídas, os participantes recebem as orientações e participam do workshop inicial.
O encontro apresenta o funcionamento da jornada, demonstra possibilidades de uso, propõe um exercício prático e explica os canais de suporte. A partir daí, os usuários começam a receber a trilha diária de aprendizagem.
O princípio é aproximar rapidamente o Copilot da rotina. Em vez de tratar a IA como um tema abstrato, os participantes são incentivados a trabalhar com atividades que já fazem parte de seu dia.
Dias 7, 14, 21 e 28: checkpoints para remover barreiras
A cada semana, a K2M realiza uma reunião de 30 minutos com os participantes.
Esses encontros ajudam a identificar o que foi testado, quais resultados apareceram e quais obstáculos estão dificultando o uso. As barreiras podem estar relacionadas a acesso, conhecimento, disponibilidade de tempo, clareza sobre o caso de uso, segurança ou processo.
Os checkpoints também permitem compartilhar exemplos entre as áreas, revisar dúvidas e aprofundar os casos com maior potencial. Nos estágios finais, o trabalho avança para o mapeamento de processos, gargalos, dependências, riscos e necessidades de revisão humana.
Dias 10 e 20: visibilidade para quem toma decisões
Nos dias 10 e 20, o sponsor recebe relatórios executivos sobre a evolução da iniciativa.
O objetivo não é apenas apresentar volume de atividade. Os relatórios organizam os dados de uso disponíveis, os primeiros casos observados, as barreiras encontradas e os ajustes recomendados.
Esse acompanhamento permite corrigir a rota durante a experiência. Se algumas áreas ainda não estiverem participando, se houver dificuldades técnicas ou se determinados casos não apresentarem valor, a estratégia pode ser adaptada antes do encerramento.
A adoção deixa de ser uma aposta baseada em percepção e passa a ser administrada como uma iniciativa de negócio.
Dia 30: cinco casos prioritários e visão de continuidade
No encerramento, a K2M apresenta o relatório final, as barreiras identificadas, os aprendizados e cinco casos de uso prioritários.
Cada caso é revisado considerando problema, benefício, riscos, dados necessários, dependências e participação humana. A empresa também recebe um plano inicial de estrutura agêntica e recomendações sobre continuidade, expansão ou correção de pré-requisitos.
O resultado esperado é clareza.
A liderança passa a saber onde existe potencial, quais obstáculos precisam ser resolvidos e quais iniciativas merecem uma próxima etapa.
O que o Copilot in 30 entrega para cada liderança?
Para o COO: produtividade sem tecnologia ociosa
O líder de operações precisa eliminar gargalos e reduzir o esforço dedicado a tarefas repetitivas. Sua preocupação não é quantas funcionalidades uma ferramenta possui, mas se os profissionais realmente vão utilizá-la.
O Copilot in 30 responde a essa questão acompanhando o uso, identificando barreiras e conectando a tecnologia às rotinas da equipe. A proposta é substituir a expectativa abstrata de produtividade por casos concretos que possam ser avaliados pela operação.
Para o CFO: uma decisão baseada em evidências
O CFO precisa entender se existe fundamento para ampliar um investimento em IA corporativa.
Ao oferecer a experiência sem custos, com relatórios intermediários e análise final, o Copilot in 30 reduz a barreira inicial e cria insumos para uma futura avaliação econômica. A jornada não promete um ROI genérico. Ela ajuda a localizar os processos e casos nos quais o retorno poderá ser estudado com seriedade.
Para o CIO e o CTO: adoção acompanhada e governança desde o início
Para tecnologia, a pressão por IA vem acompanhada de preocupações com segurança, privacidade, conformidade, acessos e Shadow AI.
Por isso, a área de TI participa da preparação, da validação de elegibilidade, da atribuição das licenças e do alinhamento das políticas internas. Quando surgem dúvidas de segurança ou privacidade, o caso específico deve ser interrompido e encaminhado conforme as regras da própria empresa.
A inovação não precisa avançar à margem da governança.
Para o CEO: uma forma objetiva de começar
Para CEOs de médias empresas, um dos maiores desafios é transformar o debate sobre IA em ação sem assumir imediatamente um projeto amplo e incerto.
O Copilot in 30 cria uma porta de entrada delimitada: 25 usuários, 30 dias, acompanhamento estruturado e uma conclusão executiva. Em vez de tomar uma decisão com base no hype, a liderança observa como a tecnologia se comporta no contexto real da organização.
IA não é um software que se instala. É um novo modelo de trabalho
Uma empresa não se torna orientada por IA porque comprou licenças. Assim como a adoção de dados não ocorreu apenas com a instalação de dashboards, a adoção de inteligência artificial não acontece apenas com a presença de um assistente na tela.
Ela exige orientação, contexto, repetição, liderança e critérios.
A visão estratégica da K2M trata a IA como uma mudança cultural, e não somente como uma implantação de software. O foco em Customer Success e adoção existe justamente para evitar que a tecnologia seja abandonada por falta de uso.
O novo jeito de trabalhar surge quando a IA começa a participar de atividades recorrentes e as pessoas sabem onde confiar, onde revisar, onde fornecer mais contexto e onde a decisão precisa continuar sendo humana.
Esse modelo não elimina profissionais. Ele reorganiza o tempo e a atenção disponíveis. O valor não está apenas em fazer a mesma tarefa mais rápido. Está em permitir que pessoas qualificadas deixem de operar como intermediárias de tarefas mecânicas e voltem sua capacidade para problemas que exigem julgamento, repertório e responsabilidade.
O Copilot in 30 é gratuito, mas não é uma demonstração superficial
A gratuidade poderia sugerir uma ação limitada a uma apresentação comercial. O formato é diferente.
Há preparação, responsáveis definidos, critérios de sucesso, treinamento, suporte, reuniões recorrentes, relatórios executivos, gestão de riscos e entregáveis finais. O programa também prevê tratamento para baixa participação, problemas de acesso, ausência do sponsor, dúvidas de segurança, indisponibilidade de dados e resultados de baixa qualidade.
Isso importa porque adoção não se mede pelo entusiasmo do primeiro dia. Ela se revela na capacidade de manter o uso, superar barreiras e encontrar aplicações relevantes.
O propósito do Copilot in 30 não é convencer uma empresa de que todo processo precisa de IA. É ajudá-la a descobrir, com método, onde a IA faz sentido e onde ainda existem pré-requisitos.
Quem pode participar?
O Copilot in 30 é direcionado a um grupo limitado de empresas elegíveis.
A iniciativa considera, entre seus públicos prioritários, empresas que ainda não possuem Copilot pago e atendem às condições do programa, clientes acompanhados pela K2M, organizações com projetos anteriores e empresas que desejam retomar uma avaliação de IA por meio de uma experiência prática e acompanhada.
Como a disponibilidade é limitada e a participação depende de elegibilidade, as empresas interessadas devem conversar com a equipe da K2M para avaliação.
O primeiro passo para trabalhar com IA não precisa ser um projeto infinito
A adoção de IA corporativa não deve começar pela compra em escala, nem por uma discussão interminável sobre possibilidades.
Ela pode começar com um grupo definido, atividades reais, acompanhamento próximo e uma pergunta objetiva: onde a inteligência artificial pode gerar valor para esta empresa?
O Copilot in 30 foi criado para responder a essa pergunta.
Durante 30 dias, a K2M oferece estrutura, treinamento e acompanhamento para que 25 profissionais experimentem o Copilot de forma orientada. Ao final, a liderança recebe evidências, prioridades e uma visão inicial do próximo estágio.
É assim que a K2M entende a transformação por IA: menos discurso, mais aplicação; menos dependência do hype, mais clareza executiva; menos licenças ociosas, mais capacidade colocada a serviço do negócio.
Quer receber o plano completo de adoção do Copilot sem custos?
Se sua empresa quer avaliar o Copilot para empresas com acompanhamento, treinamento e critérios claros, fale com a K2M.
Solicite uma avaliação de elegibilidade para o Copilot in 30 e descubra como sua equipe pode testar um novo jeito de trabalhar com inteligência artificial.
Perguntas frequentes sobre o Copilot in 30
O que é o Copilot in 30?
É uma jornada de adoção de IA conduzida pela K2M para 25 usuários durante 30 dias, combinando licenças do Copilot Business, treinamento, suporte, reuniões, relatórios e priorização de casos de uso.
O Copilot in 30 tem algum custo?
Não para as empresas elegíveis. A iniciativa inclui 25 licenças durante 30 dias e o plano de adoção sem custos, conforme as condições do programa.
O programa oferece treinamento?
Sim. A jornada inclui workshop online inicial, 30 lições práticas, canal de dúvidas no Teams e reuniões semanais com os usuários.
O que a empresa recebe ao final?
A empresa recebe um relatório final de adoção, cinco casos de uso prioritários, um plano inicial de estrutura agêntica, materiais finais e uma recomendação para os próximos passos.
O programa trata de segurança e governança?
A área de TI participa da preparação e validação das condições do projeto. Dúvidas sobre segurança ou privacidade devem ser escaladas de acordo com as políticas internas do cliente.
Como participar do Copilot in 30?
A empresa deve solicitar uma conversa com a K2M para que sua elegibilidade seja avaliada. A oferta é destinada a um grupo limitado de organizações.